Quando no primeiro texto eu falei que a nossa política é uma
mãe gentil, estava certo, mais um escândalo explodiu na república das bananas
do Brasil. O novo abacaxi da vez é o ministro Orlando Silva dos esportes, o
Projeto Segundo Tempo de esfera federal e a ONG Pra Frente Brasil de uma
hermana argentina e ex-jogadora. Agora não me lembro o nome dela e nem a
modalidade esportiva que ela praticava, mas isso não importa, pois ela é
argentina.
Pessoal, até no esporte da garotada carente estão metendo a
mão, aliás o maior esporte do Brasil não é mais o futebol, agora é a corrupção
à distância ou na própria garagem. Nesta modalidade estamos nos consagrando
grandes campeões, haja vista o esforço de alguns de nossos políticos. Os
políticos brasileiros são os melhores e com certeza serão os primeiros do
ranking, com reais condições de medalhas de ouro. (obviamente estes senhores
derreteram a medalha e enviaram a grana para paraísos fiscais).
A nossa presidenta, desta vez, deixou bem claro e lavou as
mãos sobre o caso. O Ministro Orlando Silva, homônimo do imaculado cantor
Orlando Silva, garante que são calúnias (rsrsrsrs), e ele irá provar a própria
inocência (kakakakakakakaka). E nessa ficamos, um acusa o outro, o outro
desmente e afirma que é inocente e a “dona do Brasil” lava as mãos e tricota na
ONU.
E o pior é que a grana da maracutaia corruptiva toda era
entregue na própria garagem do Ministério dos Esportes. Tudo por debaixo dos
panos, ou melhor, entre os carros.
Um outro caso estarrecedor foi a liberdade dada ao ex-coordenador da Lei Seca.
Este sujeito, que prefiro não proferir o nome, pois não falo palavrão e muito
menos dou nome a demônios, tomou bebida alcoólica, zoou, saiu de carro em
zigue-zague, atropelou e matou um senhor no Engenho do Mato, em Niterói. Depois
fugiu do local, com cumplicidade de manos de sua gangue e agora, este dejeto
foi solto, com a alegação de ter endereço próprio e de ser facilmente
encontrado. Mas não se esqueçam que esta coisa em formato de gente já ficou
foragido uma vez.
Caro senhor desembargador que soltou esse monstro, um
sujeito irresponsável e assassino que tem residência própria, pode sair por aí,
encher a cara de álcool e matar? Queria ver se este senhor que foi assassinado
fosse seu familiar. Você, senhor desembargador, soltaria este sujeito?
Proferiria esta burrice analfabética? Vergonha total!!!
É pessoal! Mais uma semana piada na história deste país
tupiniquim. Presidenta Dilma, será que a faxina acabou? Será que teremos que
ficar apostando qual será o próximo a cair? Ou pior, será que devemos ficar com
medo de sermos assassinados nas ruas por algum figurão idiota, irresponsável e
de colarinho branco?
Nossa! POLÍTICOS NÃO ROUBEM OS ROYALTIES DO RIO DE JANEIRO,
VOCÊS JÁ ROUBAM DEMAIS NAS CASAS PARLAMENTARES.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
VIVER. VIVER. VIVER! (CARLOS ANDRÉ LARANGEIRA BELÉM)
“Viva a vida
intensamente, pois a vida é curta”. Esta frase é apregoada por muitos, no
entanto, a colocação dela em prática geralmente traz algumas consequências,
sobretudo, aos jovens. Estes saem à noite, bebem bebidas alcoólicas, dirigem
carros ou pilotam motos alcoolizados, achando que são indestrutíveis, mas não
são indestrutíveis. Basta vermos diariamente os noticiários sobre acidentes com
vítimas fatais.
Estes jovens se entregam aos
bel-prazeres sem quaisquer preocupações. Podem, com isso, acabar se
matando ou matando outras pessoas. Mas essa irresponsabilidade não atinge
somente aos jovens; atinge, também, idosos, adultos e crianças, que acabam
sendo colocados no mesmo saco do IML.
Casos de irresponsabilidade, imprudência e ignorância
fervilham a cada dia, quer sejam longe ou próximos a nós. As pessoas estão se
matando por causa de drogas lícitas e ilícitas, dirigem veículos quando estão
alcoolizados ou sobre efeito de outras drogas, matando por causa de ciúme e
intolerância e se destroem e destroem famílias inteiras diretamente ou
indiretamente.
Defendo uma vida responsável, prudente e inteligente. Uma
vida com DEUS e JESUS CRISTO na mente e no coração. Vivemos nos tempos das
dores, dito por nosso Senhor JESUS CRISTO. Defendo a frase citada anteriormente
no começo deste texto, mas com uma complementação:
“Viva a vida intensamente, mas com responsabilidade,
prudência, inteligência, amor próprio, autocontrole e amor ao próximo, pois a
vida é curta e o julgamento será severo”.
intensamente, pois a vida é curta”. Esta frase é apregoada por muitos, no
entanto, a colocação dela em prática geralmente traz algumas consequências,
sobretudo, aos jovens. Estes saem à noite, bebem bebidas alcoólicas, dirigem
carros ou pilotam motos alcoolizados, achando que são indestrutíveis, mas não
são indestrutíveis. Basta vermos diariamente os noticiários sobre acidentes com
vítimas fatais.
Estes jovens se entregam aos
bel-prazeres sem quaisquer preocupações. Podem, com isso, acabar se
matando ou matando outras pessoas. Mas essa irresponsabilidade não atinge
somente aos jovens; atinge, também, idosos, adultos e crianças, que acabam
sendo colocados no mesmo saco do IML.
Casos de irresponsabilidade, imprudência e ignorância
fervilham a cada dia, quer sejam longe ou próximos a nós. As pessoas estão se
matando por causa de drogas lícitas e ilícitas, dirigem veículos quando estão
alcoolizados ou sobre efeito de outras drogas, matando por causa de ciúme e
intolerância e se destroem e destroem famílias inteiras diretamente ou
indiretamente.
Defendo uma vida responsável, prudente e inteligente. Uma
vida com DEUS e JESUS CRISTO na mente e no coração. Vivemos nos tempos das
dores, dito por nosso Senhor JESUS CRISTO. Defendo a frase citada anteriormente
no começo deste texto, mas com uma complementação:
“Viva a vida intensamente, mas com responsabilidade,
prudência, inteligência, amor próprio, autocontrole e amor ao próximo, pois a
vida é curta e o julgamento será severo”.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Minha outra mesma vida (Carlos André Larangeira Belém)
Trimrimrimrim... (toca o despertador). Calb de Labro levanta esbaforido e pra variar atrasado. Calb de Labro é nosso personagem. Homem normal, workaholic sim, mas esforçado acima de tudo, como ele próprio gosta de se intitular. Levanta-se, pulando da cama, nem se esticar pode. Sai correndo. Entra no banheiro. Liga o rádio que já está no banheiro, coloca numa rádio que só toca notícia. Faz suas necessidades. Escova os dentes. Toma banho, se enxuga, sai do banheiro, (antes aumenta o volume do rádio) corre coloca a indumentária de “homem sério”: calça social, camisa social de botão, terno, gravata, meia combinando com o sapato e o próprio sapato. Aumenta ainda mais o volume do rádio. Pronto está com sua armadura. Sai correndo!
Vai à cozinha. Esquenta água. Faz um café. Come um pão. Sempre ouvindo as notícias. Olha as contas. Pega e coloca na sua pasta de couro as contas de hoje, vê o que também tem que comprar. Sai de casa. Toca o botão do elevador. Reclama da demora, como se isso ajudasse em algo. Pega o elevador. Desce correndo as escadas da portaria que o levará a rua, mas antes, dá bom dia a Severiano, o porteiro.
Severiano é um porteiro nordestino que herdou esse nome por ter o pai Severino e a mãe Ana. Como nasceu cabra macho, é Severiano.
Calb, enfim, ganha a rua. Ao sair de casa, porém, algo do céu cai em sua cabeça. Calb cai no chão desacordado. Começa a sua “viagem”. Ele se vê em outra vida, deitado de bermuda numa praia, bem descansado e tranqüilo.
Levanta-se da areia e caminha até um coqueiro, sobe no coqueiro pega um coco e desce. Corre a um quiosque e pede um facão. Descasca o coco, abre-o e bebe seu líquido. Após a bebida hidratante, corta-o e come a carne do fruto. Joga o resto na lixeira. Corre pra água e mergulha de cabeça na imensidão azul, fica uns trinta segundo debaixo da água e retorna à superfície, mas antes tentou dar um impulso para saltar como os golfinhos. Claro! Não conseguiu.
Volta a se deitar na areia e a olhar o céu e refletir a respeito de sua vida de homem da natureza. Pra ele não havia correria. Se quisesse comer, subia no coqueiro, pescava, colhia de sua horta plantada a beira da restinga, no quintal de sua casa. Que maravilha a vida dele: não tinha hora pra acordar e nem dormir; não tinha contas a pagar, pois luz não tinha e suas necessidades ele fazia na floresta que ficava á frente de sua casa. É, ele vivia entra a praia e a floresta. Talheres e pratos, não os tinha. A única coisa que tinha era uma travessa de madeira herdada de um amigo. Fazer fogo? Fácil, pegava um pouco de lenha da floresta, e com outro pedaço de pau esfregava, causando um atrito entre as partes até que começasse a dádiva labarenta e quente que Deus nos deus.
Quando quisesse saber das notícias, ia até o quiosque do amigo e via televisão, pois o amigo tinha luz elétrica no lugar, conseguida através de uma manobra de puxa fio daqui e dali e extensão e pronto: mas um felino feito. Ele não! Não queria burlar a lei com isso, preferia viver como um eremita, ou quase um eremita. Só cortava os poucos cabelos quando alguém o forçava e o colocava aos caprichos dos pentes e tesoura, pois sempre teve poucos pelos, era bastante calvo sim.
Tinha a vida que pediu a Deus, sem muitas responsabilidades, vivendo ao sabor de sua própria força e de seu trabalho pra comer e beber. Tinha em mente que não precisava adoecer de trabalho, pois Deus o proveria de alguma forma. Doente nunca havia ficado, somente um resfriado aqui e outro ali que eram sempre cuidados com guaco, agrião e mel. Não se preocupava muito com a idade, que já beirava os 30 anos, apesar de parecer ter muito mais , por causa do castigo do Sol diário.
Mas paradoxalmente, achava que não tinha que seguir uma rotina, no entanto, há uma rotina diária sim: acordar, ir ao mato (pra fazer as necessidades), escovar os dentes com folhas de goiabeira, subir no coqueiro pra pegar o café da manhã, pescar, colher as hortaliças do almoço, lava-las no mar, fazer fogueira, e depois deitar e pensar na natureza. É uma rotina ou não é? É um trabalho ou não é?
Nosso amigo, era bem parecido com o personagem do Tom Hanks em o náufrago, só não tinha um amigo bola de nome Wilson, mas o amigo do quiosque se chamava Dílson, coincidência ou não, pelo menos valeu minha citação, ao talentoso ator de Hollywood.
Num dia qualquer adormeceu na praia e ficou com insolação. Desmaiou! Começou a ter uma “viagem" de ser um homem de negócios, que morava sozinho e tinha que acordar todos os dias pra trabalhar e sempre acordava atrasado e tinha que fazer tudo rápido por causa do famigerado tempo (ai que coisa, o tempo. O que é o tempo? Eita coisa criada pelos humanos). Trabalhava numa agência de publicidade e ganhava muito bem. Usava terno Armani, camisas de grife e sapato italiano Viajava. Tinha amigos e amigas. Várias mulheres. Festas. Badalação. Prêmios. Jantares e tudo o que o capitalismo consumista o poderia dar a partir, claro, de alguns tostões.
Passadas as viagens, vida normal. Cada um na sua. Quem é real? Quem é quem? Ninguém sabe, só sei que o cosmopolita queria ser eremita e o eremita ser cosmopolita.
Vai à cozinha. Esquenta água. Faz um café. Come um pão. Sempre ouvindo as notícias. Olha as contas. Pega e coloca na sua pasta de couro as contas de hoje, vê o que também tem que comprar. Sai de casa. Toca o botão do elevador. Reclama da demora, como se isso ajudasse em algo. Pega o elevador. Desce correndo as escadas da portaria que o levará a rua, mas antes, dá bom dia a Severiano, o porteiro.
Severiano é um porteiro nordestino que herdou esse nome por ter o pai Severino e a mãe Ana. Como nasceu cabra macho, é Severiano.
Calb, enfim, ganha a rua. Ao sair de casa, porém, algo do céu cai em sua cabeça. Calb cai no chão desacordado. Começa a sua “viagem”. Ele se vê em outra vida, deitado de bermuda numa praia, bem descansado e tranqüilo.
Levanta-se da areia e caminha até um coqueiro, sobe no coqueiro pega um coco e desce. Corre a um quiosque e pede um facão. Descasca o coco, abre-o e bebe seu líquido. Após a bebida hidratante, corta-o e come a carne do fruto. Joga o resto na lixeira. Corre pra água e mergulha de cabeça na imensidão azul, fica uns trinta segundo debaixo da água e retorna à superfície, mas antes tentou dar um impulso para saltar como os golfinhos. Claro! Não conseguiu.
Volta a se deitar na areia e a olhar o céu e refletir a respeito de sua vida de homem da natureza. Pra ele não havia correria. Se quisesse comer, subia no coqueiro, pescava, colhia de sua horta plantada a beira da restinga, no quintal de sua casa. Que maravilha a vida dele: não tinha hora pra acordar e nem dormir; não tinha contas a pagar, pois luz não tinha e suas necessidades ele fazia na floresta que ficava á frente de sua casa. É, ele vivia entra a praia e a floresta. Talheres e pratos, não os tinha. A única coisa que tinha era uma travessa de madeira herdada de um amigo. Fazer fogo? Fácil, pegava um pouco de lenha da floresta, e com outro pedaço de pau esfregava, causando um atrito entre as partes até que começasse a dádiva labarenta e quente que Deus nos deus.
Quando quisesse saber das notícias, ia até o quiosque do amigo e via televisão, pois o amigo tinha luz elétrica no lugar, conseguida através de uma manobra de puxa fio daqui e dali e extensão e pronto: mas um felino feito. Ele não! Não queria burlar a lei com isso, preferia viver como um eremita, ou quase um eremita. Só cortava os poucos cabelos quando alguém o forçava e o colocava aos caprichos dos pentes e tesoura, pois sempre teve poucos pelos, era bastante calvo sim.
Tinha a vida que pediu a Deus, sem muitas responsabilidades, vivendo ao sabor de sua própria força e de seu trabalho pra comer e beber. Tinha em mente que não precisava adoecer de trabalho, pois Deus o proveria de alguma forma. Doente nunca havia ficado, somente um resfriado aqui e outro ali que eram sempre cuidados com guaco, agrião e mel. Não se preocupava muito com a idade, que já beirava os 30 anos, apesar de parecer ter muito mais , por causa do castigo do Sol diário.
Mas paradoxalmente, achava que não tinha que seguir uma rotina, no entanto, há uma rotina diária sim: acordar, ir ao mato (pra fazer as necessidades), escovar os dentes com folhas de goiabeira, subir no coqueiro pra pegar o café da manhã, pescar, colher as hortaliças do almoço, lava-las no mar, fazer fogueira, e depois deitar e pensar na natureza. É uma rotina ou não é? É um trabalho ou não é?
Nosso amigo, era bem parecido com o personagem do Tom Hanks em o náufrago, só não tinha um amigo bola de nome Wilson, mas o amigo do quiosque se chamava Dílson, coincidência ou não, pelo menos valeu minha citação, ao talentoso ator de Hollywood.
Num dia qualquer adormeceu na praia e ficou com insolação. Desmaiou! Começou a ter uma “viagem" de ser um homem de negócios, que morava sozinho e tinha que acordar todos os dias pra trabalhar e sempre acordava atrasado e tinha que fazer tudo rápido por causa do famigerado tempo (ai que coisa, o tempo. O que é o tempo? Eita coisa criada pelos humanos). Trabalhava numa agência de publicidade e ganhava muito bem. Usava terno Armani, camisas de grife e sapato italiano Viajava. Tinha amigos e amigas. Várias mulheres. Festas. Badalação. Prêmios. Jantares e tudo o que o capitalismo consumista o poderia dar a partir, claro, de alguns tostões.
Passadas as viagens, vida normal. Cada um na sua. Quem é real? Quem é quem? Ninguém sabe, só sei que o cosmopolita queria ser eremita e o eremita ser cosmopolita.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Dar e Receber (Carlos André Larangeira Belém)
Os dias passaram, chegou um mês. Os meses passaram e chegou um semestre. Ele já estava desesperado, porque não arrumava emprego. Não porque era desqualificado, era até muito qualificado; mas pela idade e sua própria descrença.
Saía todos os dias às sete da manhã e só retornava às seis da tarde. Afinal, tinha que alimentar a sua família. Era um homem sofrido e ainda por cima, a mãe estava doente e ele próprio sofria de hipertensão e um estresse começava a lhe aparecer.
Certo dia, com fome, ele entrou e um bar. Pegou seu pouco dinheiro e comprou um sanduíche com refrigerante. Ao sair, avistou um homem pobre, descalço e sujo. Caminhou na direção dele e pensou: “eu reclamando e o pobre ali. No mínimo eu tenho casa, comida, família e ele não deve ter nada e ainda sorri”.
Eis que, sem perceber, ele se encontrava em frente daquele pobre ser, podia ser uma visão hedionda e até repugnante, mas, devido seu sentimento de justiça social, não era. O homem levantou a cabeça e o olhou dentro do olho, lhe pediu um trocado. Ele vasculhou a carteira e todo o dinheiro que tinha, daria apenas para voltar para casa e retornar no dia seguinte.
Puxou, então, a passagem do dia seguinte e deu ao pobre homem. Mas continuava angustiado. Por quê? Se ele já havia dado o dinheiro. Era porque morava perto e poderia ir a pé para casa. Voltou e deu todo o restante de seu dinheiro aquele homem. Este lhe sorriu e falou: “Deus lhe pague. vocÊ conseguirá aquilo que mais deseja”.
Chegando em casa, cansado, pois na era nenhum moço, contou à mulher o acontecido, inclusive o que o pobre homem havia dito. Ela lhe deu um longo abraço terno. E contou-lhe que o telefone havia tocado minutos antes da sua chegada. Um homem disse para ele estar no dia seguinte, numa determinada empresa para começar a trabalhar, no entanto, ele não sabia como conseguiram seu telefone, pois não havia enviado currículo para aquela empresa. Ele, prontamente, lembrou-se do cidadão de rua.
Tamanha foi a sua surpresa ao chegar no seu primeiro dia de trabalho naquela empresa, pois havia uma grande foto na parede, um pôster de corpo inteiro do dono da empresa, que falecera um dia antes pela manhã. Adivinha quem era o dono da empresa? Aquele pobre homem que ele encontrara na rua. Não entendera bem a questão, mas era muitíssimo grato ao espírito daquele bondoso senhor.
Portanto, dê e recebereis, cada um de nós tem um bom propósito nessa vida terrena. Deus recompensa aquele que de si mesmo souber doar.
Saía todos os dias às sete da manhã e só retornava às seis da tarde. Afinal, tinha que alimentar a sua família. Era um homem sofrido e ainda por cima, a mãe estava doente e ele próprio sofria de hipertensão e um estresse começava a lhe aparecer.
Certo dia, com fome, ele entrou e um bar. Pegou seu pouco dinheiro e comprou um sanduíche com refrigerante. Ao sair, avistou um homem pobre, descalço e sujo. Caminhou na direção dele e pensou: “eu reclamando e o pobre ali. No mínimo eu tenho casa, comida, família e ele não deve ter nada e ainda sorri”.
Eis que, sem perceber, ele se encontrava em frente daquele pobre ser, podia ser uma visão hedionda e até repugnante, mas, devido seu sentimento de justiça social, não era. O homem levantou a cabeça e o olhou dentro do olho, lhe pediu um trocado. Ele vasculhou a carteira e todo o dinheiro que tinha, daria apenas para voltar para casa e retornar no dia seguinte.
Puxou, então, a passagem do dia seguinte e deu ao pobre homem. Mas continuava angustiado. Por quê? Se ele já havia dado o dinheiro. Era porque morava perto e poderia ir a pé para casa. Voltou e deu todo o restante de seu dinheiro aquele homem. Este lhe sorriu e falou: “Deus lhe pague. vocÊ conseguirá aquilo que mais deseja”.
Chegando em casa, cansado, pois na era nenhum moço, contou à mulher o acontecido, inclusive o que o pobre homem havia dito. Ela lhe deu um longo abraço terno. E contou-lhe que o telefone havia tocado minutos antes da sua chegada. Um homem disse para ele estar no dia seguinte, numa determinada empresa para começar a trabalhar, no entanto, ele não sabia como conseguiram seu telefone, pois não havia enviado currículo para aquela empresa. Ele, prontamente, lembrou-se do cidadão de rua.
Tamanha foi a sua surpresa ao chegar no seu primeiro dia de trabalho naquela empresa, pois havia uma grande foto na parede, um pôster de corpo inteiro do dono da empresa, que falecera um dia antes pela manhã. Adivinha quem era o dono da empresa? Aquele pobre homem que ele encontrara na rua. Não entendera bem a questão, mas era muitíssimo grato ao espírito daquele bondoso senhor.
Portanto, dê e recebereis, cada um de nós tem um bom propósito nessa vida terrena. Deus recompensa aquele que de si mesmo souber doar.
Sobre nossas crianças não tão crianças e seu perigos (Carlos André Larangeira Belém)
Crianças Perdidas
Enquanto se procura toda a razão, o mundo dos perdidos cresce de maneira incomensurável, numa progressão geométrica. É, na verdade, um terra infestada de buracos tapados com o corpo pueril.
Venham minhas crianças perdidas. Existe ainda magia em seus sonhos. Venham meus anjos caídos, seus olhares denunciam a evasão.
A luz da vida traz esperança a um subconsciente vital, daquele descrente, reflexo do descaso emocional.
Sufrágios universais de idoneidade mascaram a real situação. Diga-me “in vino veritas”, a sua fome misericordiosa de ação.
Venham meus ingênuos pervertidos, ainda pueril em seus atos. Venham meus bondosos caídos, há verdades em seus olhares.
Perda da Infância
Quando o maduro dá lugar ao verde, minha criança está crescendo. Quando a flor infantil desabrocha para o mundo adolescente, você está “crescendo”. É hora de mergulhar nas profundezas da responsabilidade?
Enquanto no jardim infantil, de brotos imberbes estás. Onde habita a vida ingênua e celestial, a juventude aparece entre o mato e as ervas daninhas, apontando o talo da “responsabilidade”.
Agora você cresceu. Virou um jovem, cabeça. Aquela puerilidade desapareceu com se por encanto. Suas pétalas caíram e tens de viver com um semblante energético...
Cuide-se! Porque o mundo são só visões.
Adolescente
Solidão é minha falta de visão momentânea, daqueles que são a riqueza do meu reino. Adolescente não, mas que pressão.
Deixe de lado sua adolescência e assuma sua verdadeira personalidade. Toda essa rebeldia é apenas a passagem para um autoconhecimento, já diziam os melhores psicólogos.
Eu sei que o meu personagem nesse teatro real é algo a pensar, por isso mudo de peça me torno Eu.
Penso que somos todos moldes de revoluções, tão subjetivas quanto instintivas. Mas ainda há tempestades pueris e o medo da rejeição. Feliz, portanto, é aquele que tem o equilíbrio e conhece a chave do não ridículo. Epa! Esse sou eu.
Porém, o ridículo é visto diariamente em frames da vida ao vivo. Pois bem, eu sou um verdadeiro exemplo da classe adolescente, posso tecer a minha visão um tanto adulta e criança sobre esse fato hediondo.
Numa época de depressão, em que jovens se entregam à perdição, berbes sadios, cheios de vida, são, agora, fantasmas e doentes vítimas. Num beco, no morro ou nas ruas, o pai ou mandante da destruição tem tudo a mão. Sei que são coisas poucas e caras, mas o preço vale uma vida. No princípio são dadas, depois vendidas.
Amigos, existem outros meios para a alegria. Então, não se entreguem à falsidade, pois ela é mascarada e inimiga. Jovem! Tome uma decisão. Não entre nesse túnel, pois poucos voltam desse inferno. As drogas são um grande salto para o fim.
Enquanto se procura toda a razão, o mundo dos perdidos cresce de maneira incomensurável, numa progressão geométrica. É, na verdade, um terra infestada de buracos tapados com o corpo pueril.
Venham minhas crianças perdidas. Existe ainda magia em seus sonhos. Venham meus anjos caídos, seus olhares denunciam a evasão.
A luz da vida traz esperança a um subconsciente vital, daquele descrente, reflexo do descaso emocional.
Sufrágios universais de idoneidade mascaram a real situação. Diga-me “in vino veritas”, a sua fome misericordiosa de ação.
Venham meus ingênuos pervertidos, ainda pueril em seus atos. Venham meus bondosos caídos, há verdades em seus olhares.
Perda da Infância
Quando o maduro dá lugar ao verde, minha criança está crescendo. Quando a flor infantil desabrocha para o mundo adolescente, você está “crescendo”. É hora de mergulhar nas profundezas da responsabilidade?
Enquanto no jardim infantil, de brotos imberbes estás. Onde habita a vida ingênua e celestial, a juventude aparece entre o mato e as ervas daninhas, apontando o talo da “responsabilidade”.
Agora você cresceu. Virou um jovem, cabeça. Aquela puerilidade desapareceu com se por encanto. Suas pétalas caíram e tens de viver com um semblante energético...
Cuide-se! Porque o mundo são só visões.
Adolescente
Solidão é minha falta de visão momentânea, daqueles que são a riqueza do meu reino. Adolescente não, mas que pressão.
Deixe de lado sua adolescência e assuma sua verdadeira personalidade. Toda essa rebeldia é apenas a passagem para um autoconhecimento, já diziam os melhores psicólogos.
Eu sei que o meu personagem nesse teatro real é algo a pensar, por isso mudo de peça me torno Eu.
Penso que somos todos moldes de revoluções, tão subjetivas quanto instintivas. Mas ainda há tempestades pueris e o medo da rejeição. Feliz, portanto, é aquele que tem o equilíbrio e conhece a chave do não ridículo. Epa! Esse sou eu.
Porém, o ridículo é visto diariamente em frames da vida ao vivo. Pois bem, eu sou um verdadeiro exemplo da classe adolescente, posso tecer a minha visão um tanto adulta e criança sobre esse fato hediondo.
Numa época de depressão, em que jovens se entregam à perdição, berbes sadios, cheios de vida, são, agora, fantasmas e doentes vítimas. Num beco, no morro ou nas ruas, o pai ou mandante da destruição tem tudo a mão. Sei que são coisas poucas e caras, mas o preço vale uma vida. No princípio são dadas, depois vendidas.
Amigos, existem outros meios para a alegria. Então, não se entreguem à falsidade, pois ela é mascarada e inimiga. Jovem! Tome uma decisão. Não entre nesse túnel, pois poucos voltam desse inferno. As drogas são um grande salto para o fim.
Dia do Aniversário (Carlos André Larangeira Belém)
Quem é que gosta do dia do aniversário? Por mais que diga não, no fundo se sente bem. Claro! É o centro das atenções. A partir dessa constatação, posso até tecer uma filosofia evolutiva do pensamento aniversarial. Prometo não ser muito “sacal”, pois não quero ser Freud e muito menos Platão.
Quando se é criança, magia. Sabe-se que vai ganhar muitos presentes, isso se tiver uma boa situação financeira claro. Na festa vão ter amiguinhos. O avô, a avó, se tiver, trarão os presentes que o netinho pediu. É uma maravilha. Se for no fim de semana então. Oba, posso dormir mais tarde.
Na adolescência, uma curtição. Se tem festa, presentão. São os amigos, as amigas, a paixão. Todos te paparicando, mesmo que você não queira, afinal já és um adulto. Pode ser uma festa na boate, no bar, o ficar com alguém. Se namora, a felicidade é ainda maior. Beleza, vou ficar “doidão”.
Adulto. É complicado. A comemoração, geralmente, é mais branda, afinal já é um adulto (com todo o peso que esse conceito pode ter). Tem a esposa, a noiva, a namorada, como queiram, do lado. Músicas de fundo, que parecem mais um velório, bebidas, comidas, negócios ou nada. Alguns não querem nem recordar, mas tem sempre um “espírito de porco” que te faz lembrar. Ótimo, uma oportunidade para aumentar meus contatos, para fazer negócios.
Já na velhice, talvez desastre. Quem lembrar..., quem não lembrar melhor ainda. A festa dos idosos é bem diferente. Reminiscências é o tema. O velho amigo, a velha amiga, pelo menos os que ainda continuam vivos. Falar sobre os netos. Amar o próximo, sem quaisquer pretensões, ou até com pretensões. Somente o sentimento de carinho e agradecimento. É a sabedoria, a sobriedade, as histórias e estórias que não têm preço. Amigo, vamos jogar cartas amanhã no banco da praça? Se mais moderninho: amanhã tem ginástica na praça.
Na verdade, tudo poderia ser resumido em quatro palavras: presentes, bebidas, trabalho e lembranças. Concordam comigo ou não?
Enfim, a filosofia está aí. Com erros e supressões? Pode ser, mas é minha filosofia, leitor. Afinal, eu posso, hoje é dia de meu aniversário.
Quando se é criança, magia. Sabe-se que vai ganhar muitos presentes, isso se tiver uma boa situação financeira claro. Na festa vão ter amiguinhos. O avô, a avó, se tiver, trarão os presentes que o netinho pediu. É uma maravilha. Se for no fim de semana então. Oba, posso dormir mais tarde.
Na adolescência, uma curtição. Se tem festa, presentão. São os amigos, as amigas, a paixão. Todos te paparicando, mesmo que você não queira, afinal já és um adulto. Pode ser uma festa na boate, no bar, o ficar com alguém. Se namora, a felicidade é ainda maior. Beleza, vou ficar “doidão”.
Adulto. É complicado. A comemoração, geralmente, é mais branda, afinal já é um adulto (com todo o peso que esse conceito pode ter). Tem a esposa, a noiva, a namorada, como queiram, do lado. Músicas de fundo, que parecem mais um velório, bebidas, comidas, negócios ou nada. Alguns não querem nem recordar, mas tem sempre um “espírito de porco” que te faz lembrar. Ótimo, uma oportunidade para aumentar meus contatos, para fazer negócios.
Já na velhice, talvez desastre. Quem lembrar..., quem não lembrar melhor ainda. A festa dos idosos é bem diferente. Reminiscências é o tema. O velho amigo, a velha amiga, pelo menos os que ainda continuam vivos. Falar sobre os netos. Amar o próximo, sem quaisquer pretensões, ou até com pretensões. Somente o sentimento de carinho e agradecimento. É a sabedoria, a sobriedade, as histórias e estórias que não têm preço. Amigo, vamos jogar cartas amanhã no banco da praça? Se mais moderninho: amanhã tem ginástica na praça.
Na verdade, tudo poderia ser resumido em quatro palavras: presentes, bebidas, trabalho e lembranças. Concordam comigo ou não?
Enfim, a filosofia está aí. Com erros e supressões? Pode ser, mas é minha filosofia, leitor. Afinal, eu posso, hoje é dia de meu aniversário.
PODER HUMANO (Carlos André Larangeira Belém)
Vamos! Pegue a minha mão. Levante-se. Entoe a bandeira da verdade. Punga o mal com o Bem. O mal é fraco, enquanto o Bem pode o impossível. Você pode tudo, vença as turbulências com sua infinita força dada por DEUS, pois os antônimos sobejam sobre seus irmãos. Coroe o Bem, reprima o mal, louve a verdade, mate as mentiras. Você pode tudo é só querer.
Ame a alegria. Alegre, ames. A alegria destrói quaisquer negatividades. Felicidade é amor, forte e indestrutível. Júbilo é a chave par a vida equilibrada. A exultação é o fim buscado. Alcança-se se quiseres. Abraça-a se desejares. É fácil. Basta mergulhares em seu íntimo e relembrareis os momentos áureos. Esses momentos extirpam qualquer problema presente e pendente.
Goste! Ame! Ame aos próximos! Ame a si! Ame tudo ao seu redor! Ame a DEUS! Ame a JESUS! Ame! Extraia a dor que te castras. Lute ao lado dos seus pensamentos bons, contra os maus. Ame o seu inimigo, porque somente com seu amor irás destruir o ódio e, por conseguinte, vencer o seu inimigo. Ame-se e destrua quaisquer maldições sobre ti, porque ninguém pode tirar o seu amor próprio nem seu galardão.
Suas entranhas e seus pensamentos são barreiras intransponíveis e indestrutíveis. Ninguém nunca, mas nunca mesmo, poderá extrair suas reflexões e o que sabes é único, é um ponto positivo a seu favor. Utilize-os de modo correto. Reflita! Decida! Pense positivo e derrubarás o negativo. És forte. Sua vida, com certeza, vale tudo. És maravilhosa. Medite na Palavra de DEUS.
Ame a alegria. Alegre, ames. A alegria destrói quaisquer negatividades. Felicidade é amor, forte e indestrutível. Júbilo é a chave par a vida equilibrada. A exultação é o fim buscado. Alcança-se se quiseres. Abraça-a se desejares. É fácil. Basta mergulhares em seu íntimo e relembrareis os momentos áureos. Esses momentos extirpam qualquer problema presente e pendente.
Goste! Ame! Ame aos próximos! Ame a si! Ame tudo ao seu redor! Ame a DEUS! Ame a JESUS! Ame! Extraia a dor que te castras. Lute ao lado dos seus pensamentos bons, contra os maus. Ame o seu inimigo, porque somente com seu amor irás destruir o ódio e, por conseguinte, vencer o seu inimigo. Ame-se e destrua quaisquer maldições sobre ti, porque ninguém pode tirar o seu amor próprio nem seu galardão.
Suas entranhas e seus pensamentos são barreiras intransponíveis e indestrutíveis. Ninguém nunca, mas nunca mesmo, poderá extrair suas reflexões e o que sabes é único, é um ponto positivo a seu favor. Utilize-os de modo correto. Reflita! Decida! Pense positivo e derrubarás o negativo. És forte. Sua vida, com certeza, vale tudo. És maravilhosa. Medite na Palavra de DEUS.
Assinar:
Postagens (Atom)